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Servidores do TCE participam de palestra sobre ensino a distância

Dois servidores do Tribunal de Contas Estado de Rondônia (TCE-RO) participaram, na manhã desta sexta-feira, 5, da palestra sobre ensino a distância, ministrada pelo chefe do Núcleo de Gestão Estratégica e Projetos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Joel Solon de Azevedo. O evento aconteceu no auditório do Tribunal de Justiça (TJ-RO).

O técnico de controle externo e gerente-setorial de Estudos e Pesquisas, Marcos Rogério Chiva, e o assessor da Diretoria da Escola de Contas, João Paulo Viana, estiveram representando o auditor Davi Dantas da Silva, diretor da Escola de Contas, na palestra, que foi organizada pelo Tribunal de Justiça.

No retorno ao TCE, os dois servidores informaram sobre alguns dos tópicos da palestra do representante do CNJ, entre os quais, o uso da educação a distância para a capacitação do servidor público. “É uma possibilidade que ele considera plenamente viável”, disse João Paulo, salientando que “apenas para qualificações especializadas, como especialização e mestrado, que ele entende que as aulas presenciais são essenciais”.

O servidor disse, ainda, que, pelo entendimento do palestrante, o investimento das instituições nos servidores é fundamental, pois são eles os responsáveis pela melhoria dos processos de trabalho, os quais, por sua vez, resultam no melhor atendimento ao cidadão.

Já de acordo com Chiva, o palestrante também elogiou a integração dos órgãos públicos existente atualmente em Rondônia, enfatizando que essa característica faz com que os órgãos públicos, e em especial a Justiça, sejam mais eficientes: “Ele destacou a interação que há no Estado, principalmente entre o Ministério Público e os Tribunais de Justiça e de Contas.”

Ao final, os dois servidores consideraram a palestra muito boa, principalmente por tratar de um assunto, o ensino a distância, no qual a Escola de Contas trabalha diretamente para implantar um projeto no TCE. “Colhemos diversas informações, inclusive sobre ferramentas de informática específicas para o ensino a distância”, observou Chiva.

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