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Atuação proativa: fiscalizações do TCE em Rondônia proporcionam economia histórica de R$ 845,5 milhões

Rondônia colhe um resultado expressivo e concreto em favor do interesse público. Em 2025, a atuação firme e estratégica do Tribunal de Contas (TCE-RO), com fiscalizações em todos os municípios e no Estado, garantiu uma economia histórica de R$ 845,5 milhões aos cofres públicos, recursos que permanecem a serviço da população rondoniense.

Os números, apurados pela Secretaria-Geral de Controle Externo (SGCE), integram o balanço anual das ações do Tribunal e revelam um modelo de fiscalização junto aos órgãos públicos cada vez mais eficiente, preventivo e orientado para resultados.

Grande parte desse impacto positivo decorre de uma atuação focada na orientação e na prevenção, evitando que irregularidades se transformem em prejuízo ao erário.

Sempre que são identificados indícios de sobrepreço ou restrições à competitividade em compras públicas nos municípios e também no Estado, o TCE intervém antes da conclusão do processo. Os valores são corrigidos, os procedimentos refeitos e o dinheiro público preservado.

CONTROLE EXTERNO ORIENTADO POR DADOS: A INTELIGÊNCIA A SERVIÇO DO CIDADÃO

Prioridade da atual gestão, o Controle Externo Orientado por Dados (CEOD) foi decisivo para alcançar esse desempenho. A iniciativa inaugurou uma nova filosofia institucional, aliando ciência de dados e inteligência artificial para ampliar a capacidade de análise e resposta do Tribunal.

Com essa abordagem inovadora, o TCE passou a examinar informações de forma mais segura, estruturada e antecipada, identificando padrões, riscos e oportunidades de melhoria. O reflexo foi sentido em toda a administração pública sob sua fiscalização, elevando o padrão de eficiência e transparência.

FISCALIZAÇÃO EM TODOS OS MUNICÍPIOS RONDONIENSES

Em 2025, o Tribunal de Contas esteve presente em todos os 52 municípios de Rondônia, realizando, ao menos, duas fiscalizações em cada um deles, ao longo do ano.

As ações abrangeram áreas estratégicas como educação, infraestrutura, licitações, procedimentos administrativos e previdência.

O resultado é claro: mais controle, mais eficiência e mais recursos preservados para quem realmente importa, o cidadão.

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