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Proposta para o Plano Estratégico de TI é apresentada a membros do TCE

Conselheiros, auditores, procuradores e secretários-gerais do Tribunal de Contas conheceram, nesta segunda-feira (1º), a proposta de Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação (Peti), apresentada pelos técnicos da OSM Brasil, empresa vencedora da licitação para elaboração do instrumento de planejamento governamental.

A explanação, realizada na sala de treinamentos do Instituto de Estudos e Pesquisas Conselheiro José Renato da Frota Uchôa (IEP), no edifício-sede do TCE, foi aberta pelo presidente da Corte, conselheiro José Gomes, com a presença, ainda, dos conselheiros Valdivino Crispim, José Euler Potyguara, Edílson de Sousa e Francisco Carvalho.

Em seu pronunciamento, o conselheiro presidente destacou o fato de a empresa de consultoria ter baseado toda a proposta do Peti no modelo Cobit, referendado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o qual, através de acórdão, recomenda aos órgãos públicos a adoção de processos de planejamento e planos de modernização na área de TI.

Abrindo a apresentação, as técnicas da OSM Brasil, Luzia Ueta e Rosa Maria Attíllio, abordaram o resultado do trabalho executado no TCE, ao longo de 150 dias, referentes à avaliação dos procedimentos utilizados na área de TI nas cerca de 60 unidades do Tribunal, passando, a partir daí, à proposição de uma ferramenta de planejamento estratégico a ser implementada pela Corte.

Segundo Luzia Ueta, o Peti desenvolvido para o TCE tem como base o modelo Cobit, muito utilizado para avaliar a maturidade dos processos nas organizações, criando um mapa da governança de TI e, com isso, possibilitando que os gestores tomem decisões, com priorização de projetos e investimentos: “No caso do Tribunal, a meta é que sua atividade finalística, que é o controle externo, seja aprimorada.”

As palestrantes falaram ainda da importância de o Peti estar alinhado com o Plano Estratégico da instituição para o período 2011/15, indicando sua missão e visão, bem como atender ao Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização (Gespública) e ao Programa de Modernização dos Tribunais de Contas do Brasil (Promoex).

DÚVIDAS

Durante a apresentação, as representantes da empresa de consultoria também esclareceram dúvidas dos conselheiros a respeito do Peti, no tocante à sua aplicabilidade no âmbito do TCE, incluindo não só as unidades setoriais, mas também as regionais, e ainda ao aspecto legal envolvendo as estratégias de TI a serem futuramente implantadas.

Ao final, foram apresentadas recomendações para a implementação do Planejamento Estratégico de TI, entre as quais, a criação dos comitês Executivo e Estratégico; a contratação de consultoria especializada para implantação do plano; definição de sistema integrado de gestão e mapeamento dos processos de controle externo e administrativo.

Sobre o Comitê Executivo, o Peti define que sua direção será, obrigatoriamente, ocupada pelo presidente do TCE, cabendo a ele indicar os demais componentes. Nesse sentido, o presidente José Gomes designou o conselheiro Edílson de Sousa para ser o vice-presidente do Comitê, devido à afinidade demonstrada pelo conselheiro com o tema e sua disposição de ver o Peti sendo efetivado o mais rápido possível na Corte.

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