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Resultado do monitoramento da execução do Plano Estratégico é apresentado aos membros e servidores

O resultado atualizado do monitoramento realizado pela Associação Brasileira de Orçamento Público (Abop) sobre a execução do Plano Estratégico (PE) do Tribunal de Contas para o período 2011/15 foi apresentado, nessa terça-feira (26), aos membros e servidores, durante evento no auditório do TCE.

Na oportunidade, o consultor da Abop, Tomás Rodriguez, disse que, para medir a operacionalização do plano, foi materializado um indicador, denominado Índice de Execução do Plano Estratégico (Iepe), cuja primeira avaliação considerou satisfatória a execução da peça de gestão estratégica no âmbito do TCE.

“Nesse primeiro momento, o Iepe vai indicar se as ações estão sendo executadas do ponto de vista da eficácia. O índice estabelece notas para cada atividade realizada, sendo que o Tribunal, pelo esforço em executar suas ações estratégicas, recebeu classificação que consideramos satisfatória”, disse o consultor.

Durante a reunião, foi repassada também a situação da execução de quatro dos sete objetivos estratégicos deflagrados até o momento. Para isso, de acordo com o consultor, foram levados em conta relatórios e gráficos fornecidos pela Plataforma Channel, sistema que permite o gerenciamento e o monitoramento das ações executadas dentro do Plano Estratégico.

A consultoria ainda detectou pontos fortes e fracos dos planos de ação executados, apontando, ainda, que muitas ações, embora tenham cunho estratégico, deixam de ser cadastradas como tal pelos setores envolvidos.

AVANÇO

Durante a apresentação, o presidente do TCE, conselheiro José Euler Potyguara Pereira de Mello, lembrou que a proposta de saber em que estágio estava a execução do PE foi alcançada. “Ficou claro que avançamos bastante. Mas é possível ir mais à frente, uma vez que se todas as ações planejadas tivessem sido implementadas teríamos uma classificação ainda melhor”, disse.

Ainda segundo o presidente do TCE, essas dificuldades são normais dentro da experiência de implantação do Plano Estratégico. O conselheiro também falou sobre a importância de melhorar a interação entre servidores e unidades: “Algumas ações necessitam da convergência entre os setores, que não podem ser estanques. Por isso é preciso haver vasos comunicantes, a fim de permitir essa interação e a consecução dos objetivos estratégicos traçados”.

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